Bons líderes abraçam suas emoções

Estar em um papel de liderança exige que você analise constantemente seu próprio comportamento, bem como daqueles ao seu redor. E fazer isso pode melhorar o desempenho da empresa

Frequentemente, somos confrontados com a natureza de nossas emoções no local de trabalho. Nossas emoções caracterizam e definem quem somos. Elas são a nossa maneira de ver como reagimos ao mundo. 

Quando se torna muito difícil gerenciar as emoções, algumas pessoas rapidamente ficam sobrecarregadas. Isso pode causar uma sobrecarga emocional que afetará a tomada de decisões, o que pode ser extremamente prejudicial do ponto de vista profissional. 

A emoção desempenha um grande papel em nossa vida cotidiana, embora tenha sido excluída dos ambientes profissionais. 

Frequentemente, somos informados de que devemos deixar nosso humor e sentimentos na porta do escritório. E não nos deixar ser levados por esses pensamentos irracionais e improdutivos. 

No entanto, nos últimos anos, houve uma mudança no que as pessoas consideram aceitável e até incentivado em relação ao nosso comportamento emocional no trabalho. Especialmente do ponto de vista gerencial. Ser um bom líder exige a análise das suas emoções e dos outros.

Uma melhor compreensão de como as emoções funcionam pode melhorar o desempenho da empresa

Agora, as pessoas percebem as emoções como fatores reais no modo em como incentivamos o trabalho em equipe e a produtividade no local de trabalho. E também podem ser recursos poderosos para os líderes.

Se você é um líder, é essencial aprender a compreender seu estado emocional. Assim como identificar e analisar os efeitos que seu comportamento tem sobre seus colegas. Isso permitirá que você tome as melhores decisões estratégicas possíveis, sejam quais forem as condições em que se encontre.

Os gerentes que mostram alguns aspectos de suas emoções podem ser muito mais acessíveis. Podem também encorajar sua equipe a se comunicar e sentir-se mais tranquila para expressar seus sentimentos. 

Além disso, os líderes que abraçam suas emoções estimulam ambientes de confiança, onde os funcionários se sentem confortáveis ​​para assumir riscos calculados, sugerir ideias e expressar suas opiniões. Em tais ambientes seguros, trabalhar de forma colaborativa não é apenas um objetivo, mas está inserido na cultura organizacional como um todo.

Abraçar a mudança e a autoconsciência é a chave para ser um gerente resiliente 

Para responder aos desafios em constante mudança no local de trabalho, muitas pessoas agora falam sobre o conceito de resiliência.

A resiliência é uma qualidade que está em alta nas empresas porque permite que o indivíduo se adapte e continue a progredir após um período difícil de trabalho. 

Segundo Boris Cirulnik, “Resiliência é a capacidade de um corpo resistir à pressão e retornar à sua estrutura original. Em psicologia, resiliência é a capacidade de viver, de ter sucesso no desenvolvimento apesar da adversidade”. Portanto, a resiliência consiste em continuar a se desenvolver depois de uma situação difícil, mas de forma diferente. 

Para desenvolver essa característica, os gerentes devem reservar um tempo para refletir sobre a situação e aprender com suas reações anteriores. É importante que os gestores entendam como as características de um estado de espírito podem ser vinculadas a ações que criem um ambiente de negócios sustentável. E que cresça de forma saudável e permanente.  

Aprender a praticar esse comportamento como líder, é claro, leva tempo e melhora com a experiência, mas contanto que um líder mantenha uma imagem clara de seus pontos fortes e fracos, e apesar de sua posição de autoridade e poder, ainda opera a partir de uma mentalidade de humildade, o sucesso virá. 

Bons gerentes sabem que há muito poder em suas emoções, então, ao aprender como identificá-las, entendê-las e gerenciá-las, eles também podem prosseguir ensinando seus liderados como fazer o mesmo. 

Fonte: https://www.changeboard.com/


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